Nexa Vision
Captura visual e geoespacial das áreas operacionais, com recorte por polígono.
Áreas operacionais mudam de forma contínua e boa parte delas é de acesso restrito ou arriscado. A Convex aplica percepção visual, monitoramento territorial e coordenação de missões para observar essas áreas de forma recorrente, sem depender de presença humana em cada ciclo.
Pilhas, estruturas e frentes mudam de forma contínua, e boa parte dessas áreas é de acesso restrito. A Convex combina inspeção visual, monitoramento territorial recorrente e coordenação de missões remotas para observar essas áreas sem exigir presença humana em cada ciclo.

Locais de risco exigem inspeção frequente, mas cada visita é uma exposição a ser justificada.
Pilhas e frentes se alteram entre ciclos; sem comparação temporal, a mudança não é percebida.
A extensão da operação torna a inspeção presencial de tudo, com frequência útil, inviável.
Fotos e vistorias existem, mas raramente formam um histórico comparável da mesma área.
Poeira, umidade e variação de iluminação afetam a percepção e precisam ser tratados no processamento.
A mesma arquitetura atravessa todos os setores. O que muda é qual camada é crítica e quais sistemas proprietários entram em operação.
Captura visual e geoespacial das áreas operacionais, com recorte por polígono.
Leitura das mudanças entre ciclos e redação do diagnóstico da área observada.
Contexto ambiental do período: chuva e condições que influenciam a área.
Planejamento e estado das missões de inspeção remota, com telemetria.
Fontes compatíveis com os sistemas em operação neste setor. Nenhuma camada é assumida: cada área monitorada declara o que está disponível.
Capturas visuais das áreas e estruturas inspecionadas.
Polígonos das áreas operacionais e recorte por região de interesse.
Comparação da mesma área entre ciclos sucessivos.
Estado das plataformas em missão de inspeção.
Rota planejada, execução e resultado de cada ciclo.
Condições climáticas locais no intervalo observado.
Cada aplicação descreve o problema tratado, os dados usados, o sistema Convex responsável e a saída operacional gerada.
Vistoria presencial cara e exposta a risco.
Alterações graduais que passam despercebidas.
Extensão maior do que a capacidade de inspeção presencial.
Necessidade de repetir a mesma rota com consistência.
A missão de inspeção percorre a área e registra o material visual do ciclo.
As capturas são recortadas por área de interesse e normalizadas.
Nexa M1 compara o ciclo com o histórico e descreve as mudanças observadas.
Regiões com mudança relevante são destacadas para avaliação técnica.
A equipe define vistoria dirigida ou intervenção sobre o ponto apontado.
O ciclo é arquivado e passa a servir de referência para a próxima comparação.
Recorte espacial das áreas operacionais observadas.
Destaque das mudanças relevantes entre ciclos.
Evolução da mesma área ao longo do tempo.
Estado das plataformas durante a missão.
Consolidação por ciclo e por área monitorada.
Registro visual comparável e consultável.
Distinguimos explicitamente o que está em operação do que ainda está em desenvolvimento. Pesquisa e protótipo não são apresentados como produto implantado.
Observação recorrente com recorte geoespacial e relatório por ciclo.
Leitura comparativa entre ciclos da mesma área.
Planejamento e execução coordenada de rotas recorrentes.
Operação sem referência de posicionamento global está em pesquisa.
Atuação robótica em área operacional, quando tecnicamente adequada.
Áreas que mudam de volume e geometria entre ciclos.
Superfícies que exigem observação visual recorrente e comparável.
Cobertura territorial da região sob influência da operação.
Regiões operacionais com alteração frequente de configuração.